domingo, 4 de agosto de 2013

Simplesmente fantástico!


"Agora que fomos aceitos por D'us pela nossa fé nEle, temos paz com Ele por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Foi Cristo quem nos deu, por meio da nossa fé, esta vida na graça de D'us. E agora continuamos firmes nessa graça e nos alegramos na esperança de participar da glória de D'us. E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de D'us, e essa aprovação cria a esperança. Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois D'us derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu." 
Romanos 5:1-5.

Em um dos tempos mais difíceis da vida da minha família, eu lembro que mesmo quando não havia motivos para sorrir, eu me sentia feliz e sorria! Eu não conseguia me sentir desamparada ou sem vontade de reagir, porque havia em mim esperança. Com o passar dos anos, passei por momentos em que fiquei triste, muito triste, no entanto, nunca deixei de acreditar no melhor e em ter forças pra ser feliz.
Foi e é assim, sempre.

Eu sempre tive a consciência de que esse otimismo provinha de D'us, eu já falei isso aqui antes, no entanto, encontrei essa passagem bíblica que fez muito sentido, e que eu nunca tinha prestado atenção o suficiente... rs. Enfim, quando entregamos nossa vida a D'us, ele faz com que tudo coopere para o nosso bem, mesmo quando o que nos acontece, de primeira vista, pareça a pior coisa do mundo, contudo, não demora muito e Ele nos dá aquele lembrete: "Viu? Eu tava cuidando de você!"

Recentemente aconteceu algo lamentável com meu pai. Aparentemente foi uma coisa horrível, no entanto, quando paramos para pensar no que aconteceu, percebemos que não poderia ter sido melhor para ele. Todas as coisas que estão no plano de D'us são perfeitas e Ele sempre está sempre cuidando de nós, de olho nos detalhes que deixamos passar.

Bom, voltando à passagem bíblica, quando eu li que os sofrimentos produzem a paciência, eu parei pra pensar e, realmente, produzem paciência mesmo, porque cabe a nós superarmos, não há muito o que se fazer quando se está em uma fase difícil, mais nos resta esperar e confiar [em D'us]. E a paciência traz a aprovação de D'us, e essa aprovação traz a esperança. Fantástico! Se fazemos algo que agrada a D'us, Ele não nos desampara, e nesse caso, nos enche de esperança, nos dá força para acreditarmos que o melhor ainda está por vir. Consequentemente, essa esperança não nos deixa decepcionados. Essa é uma coisa que eu questiono muito na minha vida, sempre digo "sem expectativas, sem decepções". De fato, as expectativas do nosso coração, das nossas vontades, estão abertas a nos causarem inúmeras decepções, mas a esperança provinda de D'us não nos deixa magoados e decepcionados, pelo contrário, a sua esperança é a nossa força! E por fim, tudo isso não poderia ser menos do que o Seu amor!

D'us é perfeito! E a cada dia consigo ver mais e mais isso. Vejo isso o tempo todo quando Ele me sustenta nas minhas fraquezas, quando me perdoa e tem misericórdia de mim. Quando Ele me dá quantas chances preciso para ficar ao Seu lado, e como Ele continua me amando mesmo quando erro. Vejo isso também, quando Ele coloca as palavras certas na minha boca, me dá sabedoria e quando as coisas simplesmente fluem para o lado certo quando Ele está na minha frente. Esses dias me perguntaram como eu consigo sobreviver aqui no Rio, sabendo que tudo pode acontecer e eu posso não chegar bem em casa. Bem, se eu for pensar por mim, ouvindo meu coração inseguro, não consigo sobreviver, mas quando eu vejo que D'us cuida de mim, eu pedindo ou não sua proteção, consigo mais do que sobreviver! 

Portanto, galera... os planos de D'us são perfeitos, quando você deixa que Ele controle sua vida, as coisas irão cooperar para o seu bem. "Buscai antes o Reino de D'us e todas as coisas lhes serão acrescentadas." (Lc. 12:31) Lembrem-se, as coisas podem parecer horríveis em um primeiro momento, mas você vai entender que no fundo, elas tinham um propósito bom.


Obrigada e Have Fun!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Vende-se... tudo.


- Como vai a senhora? Só passeando! - Disse o vendedor de frutas à uma senhora que passava com umas sacolas do mercado.
- Não estou muito bem, não... Fui no mercado comprar um fígado novo, macio... - Respondeu D. Rosa.
Já era o terceiro órgão daquela semana, na segunda-feira havia sido o cérebro, pois sua filha lera na internet que as pessoas estavam sem o cérebro, tendo-os substituídos por vasos sanitários.
- Ontem eu chamei um amigo para ir ao bar, ele se recusou de primeira, então comprei-lhe a amizade... viramos a noite bebendo. - contou o vendedor de frutas.
- "Taaaarde"... - chegava Sr. Branco com seu carrinho de côcos - esses olhos já não são mais os mesmos. Será que o senhor poderia ler para mim o que diz nesse papel que minha filha me deu mais cedo? - perguntou ao vendedor de frutas.
- Claro! Ah... é um recibo de compra. Sua filha lhe comprou mais disposição.
- Boa menina, essa. Quando eu e minha esposa a compramos, não imaginávamos que ia ser tão boa!
- Eu já vou, queridos, tenho que colocar o fígado novo... Boa tarde para vocês!
- Tchau, D. Rosa! - Disseram ambos os senhores juntos.
No mesmo instante passava uma jovem, chorando. Segurava em suas mãos um coração partido em vários pedaços.
- Hum... Só pode ter sido erro de fabricação, deve estar indo trocar...
- Terrível quando essas compras dão errado...


Obrigada e Have Fun!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

E por falar em saudade...


E por falar em saudade... Estou aqui! Rs. Mais um mês sem postar absolutamente nada, que terrível... Eu até quis postar mas não tive ideias e quando tive, não tive tempo... a mesma coisa de sempre, rs. Enfim, eu não sei se tenho novidades, eu não me lembro de nenhuma agora, mas... tenho uma coisa pra compartilhar com vocês!
Há algum tempo, eu comecei a reparar que lembranças vinham a minha mente em determinados momentos em que elas não tinham motivo para surgir, por exemplo, eu ir dormir e me lembrar do meu colégio em São José do Rio Preto... rs, ok, né...
Eu adoro esses momentos de nostalgia... quer dizer, nem sempre. Ás vezes, esses momentos só servem pra te transportar a uma época boa que na verdade foi pura ilusão, contudo, é bom se sentir bem, não é? Mesmo quando você sabe que aquilo não terminou bem, aquela lembrança faz você colocar um sorriso bobo na cara e dizer consigo mesmo "Nossa, que tempo bom!".
Algumas pessoas não gostam de "reviver", ou melhor, relembrar momentos passados. Eu já ouvi falar até que não era bom viver pensando nas coisas do passado e, de fato, essa afirmação não é de todo errada, pelo contrário... Eu acho que não é saudável ficar vivendo somente de momentos passados. É preciso viver no presente também e criar aquelas memórias que, quando você menos esperar, vão surgir como flashs em momentos nada a ver (ou tudo a ver) da sua vida.
"E por falar em saudade, onde anda você", já dizia Vinicius de Moraes... nesses meus momentos nostálgicos surgem pessoas que eu perdi contato há tanto tempo... pessoas que eu considerava verdadeiros amigos... é triste pensar como as pessoas somem da nossa vida, mas... é o ciclo natural dela. Eu sei disso, porque eu sempre vivi isso na minha vida "nômade". Eu sei disso mas não fico pensando nisso como algo ruim... os amigos de verdade ficam sempre, independente de onde você está e, eu adoro ser nômade, rs.
O post hoje é curto mas é de coração, galera. Vivam sempre e sejam felizes. A vida é muito curta pra ficar se alimentando com coisas ruins e para se aprisionar no passado. É legal e importante relembrar, mas não é bom se escravizar das memórias. Vamos viver novos momentos para eles surgirem, mais tarde, e nos fazerem rir, exatamente como fizeram no dia em que aconteceram.
Saudade, amigos. Nunca me esqueço de vocês... e vocês, seja lá onde estiverem, me fazem rir até hoje, longe ou perto.


Obrigada e  Have Fun!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Sociedade do Espetáculo e do Comodismo

"Cracudos" atravessando a Av. Brasil (RJ)



- Olha lá... mais um cracudo atravessando a Brasil (Av.)... Tsc tsc, daqui a pouco mais um é atropelado.
- Ah é... todo dia morre algum aqui, nem mostram todos no jornal... Cuidado com eles, são perigosos, bem capaz de se jogarem na frente do carro.
- Verdade...

Senhoras e senhores, bem vindos a mais um post! Bom, o tema de hoje, refere-se a triste e estranha realidade da vida. O diálogo acima retratou um pouco do dia-a-dia do Rio de Janeiro, que embora seja chamada de cidade maravilhosa, as maravilhas são quase inexistentes perto do mundo de problemas encontrados aqui. (Não me julguem, amigos cariocas, é triste, mas é verdade!) “Cracudo” é o termo utilizado para denominar os usuários de crack, que não demora muito vão dominar essa cidade.

Todos os dias, se você passa pela Av. Brasil, deve se deparar com os muitos “cracudos” espalhados em seu percurso. É assustador! São muitos e, de fato, são perigosos, afinal, na maior parte do tempo estão sob o domínio do crack, que é uma droga muito poderosa e letal. Essa história de “cracudos na Av. Brasil”, começou ano passado, quando, em uma das operações de “pacificação” (rs), em algumas comunidades que apresentavam um grande número de usuários de crack e que eram fortemente dominadas pelo tráfico, foram, finalmente, “pacificadas” e por conta disso, os cracudos e traficantes tiveram que buscar outros lugares. Consequentemente, por razões ‘x’ eles foram parar na Av. Brasil – ah, os cracudos, eu não sei onde ficam os traficantes, mas certamente estão na região. Vale ressaltar que os cracudos não estão somente na Av. Brasil, estão espalhados por todos os cantos da cidade. TODOS.

Enfim, no começo, logo quando esses cracudos apareceram na Brasil, foi um escândalo, todos os dias passava no jornal o número absurdo de usuários espalhados pela Brasil e a forma como eles se arriscavam entre os veículos, especialmente quando o carro do “recolhimento” chegava. O começo foi assim, muito alvoroço, pessoas passavam por lá e ficavam horrorizadas, observavam, de dentro de seus carros, a forma como aquelas pessoas viviam e agiam. Era como um passeio no Simba (quem é velho e lembra do Simba levanta a mão! Hahaha Simba era um zoológico de São Paulo onde as pessoas podiam entrar de carro e observar os animais bem de pertinho, ah, dentro do carro, caso não tenha ficado claro).


Hoje, ainda há essa espetacularização dessa situação horrorosa, no entanto, muitas pessoas já passam por ali e se sentem indiferentes àquilo. Até mesmo quando eles são mortos, atropelados por algum veículo, havendo comentários do tipo “a morte desse cracudo atrapalhou todo o trânsito, que saco”. Não sendo hipócrita, admito: me encontrei (mas já estou saindo) na fase do comodismo e me aborreço quando algum cracudo é atropelado e o trânsito é prejudicado. O ponto é: até quando?

Eu abri meus olhos para tudo isso que acontece diariamente. Primeiro , o espetáculo, depois, o comodismo. Vivemos numa sociedade onde as coisas mais absurdas, com grande e pequena significância, ganham proporções enormes e não para a busca de uma solução, mas para assistirmos sentados no sofá enquanto jantamos. Filhos matando pais, pais matando filhos; estupros em plena luz do dia, com público e no ônibus; famílias passando fome; crianças vendendo coisas e se vendendo para sobreviver; dinheiro cegando o mundo; políticos sendo desonestos; pessoas desonestas; mentiras deslavadas, entre outras ‘n’ coisas. E quantas vezes, quantos de nós, questionaram tudo isso? É relevável isso tudo? Essas notícias do dia-a-dia são passíveis de serem recebidas passivamente? E as notícias devem mesmo serem aceitas, sem sequer passarem por um filtro antes? Tudo que nos é dito é verdade? A mídia, o mundo dos poderosos, querem que você assista a tudo isso de boca fechada, enquanto seu cérebro tira uma soneca ou querem que você assista com a boca e a mente aberta, durante o momento de sobriedade e desperto do seu cérebro? O sistema deixou seus meios de comunicações malucos, te mandou calar a boca e sentar no sofá? 

Arriscando ainda mais na minha reflexão crítica... E o que se aprende na escola? Até onde vai a necessidade de todas as informações? E porque somos obrigados a receber passivamente quase todas as coisas, senão todas! O que importa realmente, ser letrado (que vintage hahaha) ou ser honesto? E depois de obter todas as formações acadêmicas possíveis, você trabalha para viver ou vive para trabalhar? Sua vida é boa do jeito que está, o grau de “felicidade” está em seu ápice ou pode aumentar? E essa “felicidade” é verdadeira, criada em você, por você, ou criada pelo dinheiro? Pelas horas de não satisfação, dentro de um escritório, de um hospital, de uma escola, de... tantos lugares?


Quem foi que disse que a gente tem que viver assim? Sendo o público passivo que aplaude as barbaridades e que se acomoda no sofá para se acomodar com as situações? Quem foi que disse que para ser feliz é preciso ser rico? É preciso ser pHd em milhões de coisas e morar em um apartamento de 8 milhões? Chega disso. Chega de aceitar sem questionar, senhoras e senhores.
Ergam-se, comuniquem-se, amanheçam! Hoje em dia, o respeito é oprimido por um despotismo de ideias pouco esclarecidas, onde quem se opor vai para o calabouço. Quando eu digo para se erguerem e questionarem, eu quero dizer que todos temos direito a uma opinião, a um depoimento, no entanto, nada disso tem valor se não vier acompanhado por respeito, que deve sempre ser recíproco! Eu não posso lhes dizer que se expressem sem citar os terríveis exemplos de expressões vindas com intolerância e desrespeito, e o exemplo é o que mais está em evidência:
homossexualismo. Cada qual com sua visão, ninguém tem que reprimir o que acredita. É um assunto polêmico e eu não vou entrar a fundo, porém, eu vejo, todos os dias, pessoas com discursos a favor e discursos contra e, quer saber? Prefiro me ausentar dessa discussão que só gera mais conflitos e está longe de ser correta. Quando me perguntarem, eu certamente, responderei com o maior prazer sobre minha opinião, exigindo, é claro, o devido respeito, pois uma coisa eu aprendi com a maturidade (uy, madura!!!! haha), não vale a pena espernear e ser intolerante, isso só alimenta o ódio e não leva a lugar nenhum, portanto, respeitar é obrigatório, contudo, respeitar não significa concordar. Que fique claro.

Bom, amigos, eu acho que escrevi um pouquinho demais, mas se você leu até aqui, espero que isso tenha surtido algum efeito na sua vida e, espero eu, que tenha sido positivo. Minha intenção aqui não foi julgar ou ofender ninguém, foi apenas alertar. Vamos ser o público que questiona e não se acomoda, nunca é tarde para levantar a voz. Ah, e não vale revolucionar somente com os posts, tem que ser na prática. E se você está se perguntando como deve, então, agir diante da situação dos cracudos... eu não sei, mas... não ache aquilo normal e nem aja como um idiota no coliseu, assistindo a uma luta de gladiadores. Pense e repense, se você sabe de algo para ajudar, não se oponha...

E falando em ajudar, só mais uma última coisa, eu prometo, rs... faça o dia de alguém melhor, seja ele o motorista do ônibus, o cobrador, uma senhora comprando sapatos, uma atendente, um médico, um recepcionista, um estranho na rua... semeie o respeito e a educação. Muitas vezes alguém precisa mesmo é só ouvir um ‘bom dia’.
Desculpe o post enorme. Você que chegou até aqui, parabéns!  Hahahaha...


Obrigada e 
 Have Fun!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Neurótica


Perdeu as estribeiras... por causa do inusitado.
- Não estava no programa! Ninguém me avisou!!
- Neurótica - dizia a voz em sua cabeça. - Como desconfiava.
- Seu problema é pensar demais... - disse ele, diagnosticando-a. Era tão fácil falar isso para ela, no entanto, ele mesmo não fazia as coisas por espontaneidade, pelo menos era o que parecia.
Ela vive nesse mundo paralelo; ouvindo aquela música de 1920 vinda de algum vizinho, enquanto se autoanalisava.
Queria ser livre e espontânea. Mentalmente ela já era... Contudo, havia um medo submerso em si, escondido por detrás de outro medo: o medo de ter medo.
Era daquelas que idealizava mas apreciava um bom dia dentro de casa. Ela queria ir às ruas, descobrir, mudar, viver, entretanto, ficava estagnada atrás das ideias.
- Dessa vez vai ser diferente! - dizia isso das férias, imaginando dias diferentes de sua rotina.
Pensou mais um pouco e disse "amanhã eu vou", e assim se foi a semana.
"Seu problema, é pensar demais." Era o diagnóstico exato.

Mergulhem em meus devaneios! Haha!


Obrigada e Have Fun!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Oftalmologista


- Muito bem, pode se sentar ali. - diz o doutor, indicando a "Cadeira da Indecisão".
Ir ao oftalmologista só me demonstra claramente o quão inconstante, para não dizer indecisa, eu sou. Chego lá, crente que o grau do meu óculos aumentou, porque não haveria outro motivo para uma visita minha ao oftalmo (exceto a vez em que tive aquela inflamação nos olhos... foi preciso), afinal, não sou dessas que faz "consultas de rotina". Enfim, sento na cadeira das lentes, vulgo, Cadeira da Indecisão.
- Leia para mim o que está escrito lá na frente.
Começo a ler. O médico, então, começa a apresentação das inúmeras - ou nem tantas - lentes à mim.
- Essa ou essa? Essa está melhor do que aquela? E agora?
Eu até encontro uma lente melhor, mas aí ele muda para uma melhor ainda! Encontro minha lente, mas... espera, ele muda de novo:
- Tem certeza? Essa mesmo ou essa? Olha bem...
Droga, agora eu já não sei mais qual é a melhor, logo, tomo uma decisão, escolho qualquer uma, as duas estão boas... Pronto, escolhi.
- É... você não tem grau! Enxerga melhor sem óculos.
Mas como? Quase dez anos usando óculos e eu não preciso de óculos?? Mesmo estando convicta de que meu problema se agravou...  Tsc tsc...
Maldita indecisão/inconstância; estou curada da cegueira?

Oi pessoooaaaaaaaal! Mentalizei esse texto ontem, quando estava na clínica de oftalmologia, me lembrando da minha última consulta que, aliás, foi bem assim... hahahahaha. Enfim, ESTOU DE FÉRIAS! Finalmente meu terceiro - e quase eterno - período terminou, nem acredito! De volta às postagens, afinal, meu cérebro agora tem tempo pra pensar em coisas mais legais do que as matérias da faculdade! Rs. Espero que tenham curtido o meu texto porque tem mais...!



Obrigada e Have Fun!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Eu não pedalo sozinha não, quem foi que disse que eu controlo meu guidom?


Acampamento de Carnava - HORTO JOVEM 2013
Oooooi, pessoal! Pela primeira vez na história do blog eu fiquei mais de 1 mês sem atualizar as postagens... mil desculpas aos leitores que leem! ;) rs
Bom, eu fiquei pensando em um monte de coisas para postar, sobre o acampamento de carnaval (que foi mega ultra maravilhoso), sobre meu objetivo esse ano (ler a bíblia toda), sobre a minha gatinha nova (Malika), entre outras coisas mais. No entanto, hoje me aconteceu uma coisa que não podia deixar de compartilhar com vocês! Lá vai, então...
Essa manhã, como de costume, fui para o ponto de ônibus esperar meu querido 393, porém, eu não contava que minha vista iria embaçar ou que eu ficaria com um problema de visão maior do eu já tenho, e então, pegar o ônibus errado. Dei sinal para um ônibus crente que era o 393, sentei, estava lá... curtindo minha viagem até a faculdade, quando de repente o ônibus não foi pelo caminho de costume! Tive um mini ataque de pânico e fui correndo perguntar para a cobradora que ônibus era aquele e, para minha surpresa, era o 397! Ae! Palmas pra mim! Nessa hora eu tive um ataque de pânico maior, mas como uma boa lady (pfffffffff), mantive a calma e falei para a cobradora sobre meu pequeno problema, observe:
Eu saí de casa com o dinheiro contado para ir para a faculdade, pois, chegando em Hell, eu iria no banco, sacaria o dinheiro da volta e ficaria tudo OK! 
Ou seja, pegar o ônibus errado justamente hoje, seria a pior coisa que poderia me acontecer! E aconteceu...  A cobradora então, disse para o motorista me deixar em um lugar chamado "batão", não sei bem se era isso, mas foi isso que eu entendi - era área militar (graças a D'us!) - e me disse para andar até a Pça. do Canhão, em Hell. Desci no meio da rua, com direito a um "tchau, amor", que veio de um cara que certamente me amou naqueles minutos dentro do ônibus (AFF!) e pedi a D'us que cuidasse de mim. Fui andando até um soldado e perguntei o caminho, ele me indicou e quando cheguei a outro soldado, beeeem mais na frente, perguntei novamente (afinal, não se pode dar um mole de se perder mais ainda quando se está perdida em uma área desconhecida!!), ele me indicou o lugar e quando cheguei a outro soldado, perguntei de novo, esse me indicou novamente o caminho, cheguei a outro soldado que então me disse que a melhor opção era eu pegar o trem, pois seria bem mais rápido e perto...
Eis o problema... Se eu não tinha 2,75 para pegar um ônibus, de que maneira eu pegaria o trem, cujo valor é 3,10?!?!?
Insisti para que ele me indicasse o caminho que eu poderia fazer, caminhando. Ele me disse várias paradas, inclusive que eu teria que atravessar uma linha do trem... Resumindo, estava mais do que na cara que eu iria me perder em alguma quebrada de Mag. Bastos e seria notícia no Jornal Local! Com isso, resolvi arriscar ir até a estação de trem. Fui sem a certeza de conseguir uma passagem, afinal, eu tinha 2,45, o que é bem menos do que o valor da passagem de trem. Então, eu orei mais uma vez a D'us, pedindo que Ele me ajudasse a conseguir comprar a passagem de trem. Detalhe, eu orei esperando mesmo um milagre. Quando cheguei no guichê e perguntei o preço (porque até então eu não sabia, só sabia que tinha aumentado), virei para o lado e vi um casal comprando. Tomei coragem e perguntei se eles poderiam me ajudar inteirando a minha passagem, pois eu precisava somente de 1 real... E então, D'us me deu sua resposta e a mulher sorriu e me disse pra pedir para o marido dela, eu pedi e ele me deu, sem nem falar nada. Agradeci de todo o meu coração à eles e, principalmente, ao Pai.
Quando eu cheguei na plataforma, senti que eu estava segura e me deu uma vontade quase incontrolável de chorar, contudo, eu sabia que se eu começasse a chorar, não ia parar mais. Peguei o trem e desci em Hell... fui caminhando até a faculdade e tudo deu certo. 
Ahhh, esqueci de falar que meu pânico estava no seu auge porque meu grupo seria o segundo a apresentar um seminário, logo na primeira aula. O seminário também correu tudo bem e, graças a D'us, também, soube apresentar direitinho, sem gaguejar e esquecer as palavras, como eu sempre faço... hahahaha.
Bom, pessoal, o que D'us me mostrou mais uma vez é que Ele está no controle de TODAS as coisas. Você pode pegar o ônibus errado, ir parar nos cafundéus onde Judas perdeu as botas, estar sem dinheiro, sem créditos (vale ressaltar que eu não podia nem ligar pra alguém...), sem esperanças e com um cansaço daqueles, Ele vai te dar forças, vai te dar segurança, vai te dar o dinheiro da passagem e vai te tranquilizar. 
Vejam os passarinhos que voam pelo céu, eles não semeiam, não colhem e nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai, que está no céu dá de comer a eles. [...] O Pai, que está no céu, sabe das suas necessidades, portanto, ponham em primeiro lugar nas suas vidas, o Reino de D'us e aquilo que D'us quer, e todas as outras coisas lhes serão acrescentadas. Mt 6:26, 32-34.
Não preciso nem acrescentar mais nada, né? CONFIEM!
Eu não pedalo sozinho não, quem foi que disse que eu controlo meu guidom? Quem me guia é quem me fez e eu vivo um dia de cada vez... 



Obrigada e  Have Fun!